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	<title>Bro Mc´s - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-04-19T11:11:34Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<title>Lucy Carvalho: Criou página com &#039; Das aldeias Jaguapirú e Bororó, que ficam na cidade de Dourados, eles misturam português e guarani para falar de seu cotidiano. Para criar um grupo de rap, quatro indígen...&#039;</title>
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		<updated>2021-02-02T21:52:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou página com &amp;#039; Das aldeias Jaguapirú e Bororó, que ficam na cidade de Dourados, eles misturam português e guarani para falar de seu cotidiano. Para criar um grupo de rap, quatro indígen...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Das aldeias Jaguapirú e Bororó, que ficam na cidade de Dourados, eles misturam português e guarani para falar de seu cotidiano. Para criar um grupo de rap, quatro indígenas Guarani Kaiowá tiveram que ignorar objeções de dois lados: de um, um público estranho à ideia do ritmo ser apropriado pela etnia; de outro, no interior de seu próprio povoado, com caciques questionando a empreitada. Os contratempos foram desfeitos, e os Brô MC&amp;#039;s ganharam repercussão cantando sobre o cotidiano das aldeias Jaguapirú e Bororó, localizadas na cidade de Dourados, oeste do Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;
Citam, nas letras, a luta pela terra, a questão da identidade indígena, problemas como o consumo de drogas e álcool e os altos índices de suicídio das aldeias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Koangagua” (que significa nos dias de hoje), canção cujo clipe foi lançado em 2015 pelo Guateka - canal do YouTube criado para divulgar a cultura&lt;br /&gt;
indígena -, fala sobre como é fazer rap na comunidade indígena. “Minha fala é forte e está comigo / Falo a verdade, não quero ser que nem você / Canto vários temas e isso que venho mostrando / Voz indígena é a voz de agora”, diz a tradução da letra, cantada em guarani. Os vídeos do canal têm&lt;br /&gt;
legendas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“[No começo], trabalhávamos meio que escondidos, por conta das lideranças. Depois que lançamos o CD, quebramos essa barreira. Meu irmão levou um CD para apresentar para as lideranças e explicar que nossa música falava da nossa realidade. Hoje eles apoiam nosso trabalho e ajudam com as histórias, com o que querem falar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bruno Veron integrante do grupo Brô MC&amp;#039;s&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Bruno Veron, 23, integrante do grupo, o novo disco terá contribuições de cantostradicionais indígenas sugeridos pelos caciques. O Brô MC&amp;#039;s começou quando Veron frequentava a Escola Municipal Indígena Araporã, em 2006. O diretor, à época, pediu aos alunos que apresentassem um trabalho falando sobre o meio ambiente, mas num formato diferente, que fugisse aos padrões acadêmicos normais. Foi então que Veron começou a rimar guarani com português no ritmo hip hop. Anos mais tarde, em 2009, uniu-se aos colegas Clemersom Batista, Kelvin Peixoto e Charlie Peixoto&lt;br /&gt;
para montar o grupo. Desde então, gravaram um CD, planejam o segundo e se apresentaram em diferentes partes do país, como São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bruno Veron&lt;br /&gt;
integrante do Brô MC&amp;#039;s&lt;br /&gt;
A canção &amp;quot;Terra Vermelha&amp;quot; compõe a trilha sonora do curta-metragem &amp;quot;Em Busca da Terra SemMales&amp;quot;, de Anna Azevedo, apresentado em fevereiro no Festival Internacional de Cinema de Berlim “Para nós é uma honra apresentar a voz indígena no Mato Grosso do Sul, da aldeia para fora, para não-indígenas conhecerem. Mostrar como é a nossa visão da nossa aldeia. Aqui é totalmente diferente, o lado da&lt;br /&gt;
história é bem outro. Não moramos em ocas, não vivemos nus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Músicas no Festival de Berlim&lt;br /&gt;
A canção &amp;quot;Terra Vermelha&amp;quot; compõe a trilha sonora do curta-metragem &amp;quot;Em Busca da Terra Sem&lt;br /&gt;
Males&amp;quot;, de Anna Azevedo, apresentado em fevereiro no Festival Internacional de Cinema de Berlim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A música fala das questões indígenas mais prementes dos últimos tempos: a demarcação e perda de terras. Cita a “tekoha”, conceito da tradição indígena que diz respeito ao retorno ao espaço de origem. O curta &amp;quot;Em Busca da Terra Sem Males&amp;quot;, por sua vez, mostra o cotidiano da aldeia K´aguy&lt;br /&gt;
hovy Porã, no município de Marica (RJ), pela perspectiva das crianças.&lt;br /&gt;
O grupo também virou tema da série &amp;quot;Guateka&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consultado:02/02/2021&lt;br /&gt;
Referência:http://abemeducacaomusical.com.br/congressos/imagens/Bromcs.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucy Carvalho</name></author>
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